<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212</id><updated>2011-08-22T09:10:18.048-07:00</updated><category term='Conteúdos 2º ano'/><title type='text'>Português CEdLaN 2009</title><subtitle type='html'>O blog do professor Ademir, do Centro Educacional do Lago Norte, é um espaço de informação, criação e interação em que alunos e professores poderão, de maneira colaborativa, praticar a tal construção do conhecimento. Evoé, blogueiros.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-3120151275747750402</id><published>2009-12-18T08:56:00.000-08:00</published><updated>2009-12-18T09:09:58.926-08:00</updated><title type='text'>Recuperação2009 - 3º ano</title><content type='html'>Conteúdo de recuperação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Análise do texto "Uma galinha". (leia-o logo abaixo)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Semana de Arte Moderna de 1922.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Verbos irregulares. (veja alguns modelos de questões)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crase&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma galinha&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Clarice Lispector&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Era uma galinha de domingo. Ainda vivia porque não passava de nove horas da manhã.&lt;br /&gt;                Parecia calma. Desde sábado, encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam se era gorda ou magra. Nunca se adivinhava nela um anseio.&lt;br /&gt;                Foi pois uma surpresa quando viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou – o tempo da cozinheira dar um grito – e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta hesitante e trêmula escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado em telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais íntima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.&lt;br /&gt;                Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre.&lt;br /&gt;                Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um falo em fuga. Que é que havia nas sua vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.&lt;br /&gt;                Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos.&lt;br /&gt;                Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois nascida que fora para a maternidade parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração tão pequeno num prato solevava e abaixava as penas enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento despregou-se do chão e saiu aos gritos:&lt;br /&gt;–         Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem!&lt;br /&gt;Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era um galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:&lt;br /&gt;–         Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!&lt;br /&gt;–         Eu também! jurou a menina com ardor.&lt;br /&gt;A mãe, cansada, deu de ombros.&lt;br /&gt;                Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.&lt;br /&gt;                Mas quando todos estava quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquício da grande fuga – e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num  campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.&lt;br /&gt;                Um vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho – era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.&lt;br /&gt;                Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;***************************************************************************&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exemplos de questões sobre verbos iregulares:&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assinale a opção que não completa corretamente as lacunas da frase abaixo:&lt;br /&gt;Quando os convidados da comadre ......., Leonardo ....... para dançar o&lt;br /&gt;minuete da corte.&lt;br /&gt;a) chegarem - teve de chamá-los&lt;br /&gt;b) tivessem chegado - teve de chamá-los&lt;br /&gt;c) chegaram - foi chamá-los                           X&lt;br /&gt;d) chegassem - haveria de chamá-los&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Explicou que &lt;strong&gt;aprendera&lt;/strong&gt; aquilo de ouvido." Transpondo para a voz passiva, o verbo assume a seguinte forma:&lt;br /&gt;a) tinha sido aprendido               d) tinha aprendido     X&lt;br /&gt;b) era aprendido                          e) aprenderia&lt;br /&gt;c) fora aprendido&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-3120151275747750402?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/3120151275747750402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/12/recuperacao2009-3-ano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3120151275747750402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3120151275747750402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/12/recuperacao2009-3-ano.html' title='Recuperação2009 - 3º ano'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-8443745408239176491</id><published>2009-09-24T17:27:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T18:18:32.238-07:00</updated><title type='text'>Figuras de Linguagem</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/SrwZc8wX_QI/AAAAAAAAAFE/gPsZ-54lSx0/s1600-h/figuradelinguagem1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385207239564328194" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 315px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/SrwZc8wX_QI/AAAAAAAAAFE/gPsZ-54lSx0/s320/figuradelinguagem1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Figuras de linguagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São recursos usados pelos escritores e poetas, para tornarem mais expressivas suas mensagens. Subdividem-se em figuras de plavras, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figuras de palavras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Metáfora&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de semelhança entre o sentido próprio e o sentido figurado.&lt;br /&gt;“(..) os olhos teus são cais noturnos cheios de adeus” (Vinícius de Moraes)&lt;br /&gt;O vento lambia meus cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Comparação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: mesma metáfora, porém usando a palavra 'como'.&lt;br /&gt;“Ele ficou como um touro em arena.&lt;br /&gt;Metonímia: consiste em dar o significado usando outro termo, mas sempre há semelhança entre eles. “Nelson, nas horas de folga, lia Camões.” (obra pelo autor)&lt;br /&gt;“ Traduziu Dante com a maior facilidade”.“Já naquele dia o trono estava abalado.” (sinal pelo significado).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Catacrese&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: consiste em tomar um termo por empréstimo, na falta de outro um melhor. O termo em uso é logo adotado pelos falantes como se fosse natural. “O pneu do seu carro está careca.”/ “ A cabeça do alfinete./ pneuzinhos da cintura.&lt;br /&gt;Antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão facilmente identificável. ”O poeta dos escravos era parnasiano?”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sinestesia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Consiste em aparecer numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido. A água que ouviste/ num soneto de Rilke (audição)os ínfimos rumores no capim/ o sabor do hortelã (essa alegria)(gosto)a boca fria da moça maruim (tato)na poça/ a hemorragia da manhã (visão)(..)(Ferreira Gullar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Metonímia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: consiste em empregar um termo no lugar de outro, havendo entre ambos estreita afinidade ou relação de sentido. Observe os exemplos abaixo: &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/SrwaIZPArlI/AAAAAAAAAFM/VT_A9RFG4UU/s1600-h/metonimia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385207985943391826" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 177px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/SrwaIZPArlI/AAAAAAAAAFM/VT_A9RFG4UU/s320/metonimia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Autor pela obra: Gosto de ler Machado de Assis. ( = Gosto de ler a obra literária de Machado de Assis.)&lt;br /&gt;2 - Inventor pelo invento: Édson ilumina o mundo. ( = As lâmpadas iluminam o mundo.)&lt;br /&gt;3 - Símbolo pelo objeto simbolizado: Não te afastes da cruz. ( = Não te afastes da religião.)&lt;br /&gt;4 - Lugar pelo produto do lugar: Fumei um saboroso havana. ( = Fumei um saboroso charuto.)&lt;br /&gt;5 - Efeito pela causa: Sócrates bebeu a morte. ( = Sócrates tomou veneno.)&lt;br /&gt;6 - Causa pelo efeito: Moro no campo e como do meu trabalho. ( = Moro no campo e como o alimento que produzo.)&lt;br /&gt;7 - Continente pelo conteúdo: Bebeu o cálice todo. ( = Bebeu todo o líquido que estava no cálice.)&lt;br /&gt;8 - Instrumento pela pessoa que utiliza: Os microfones foram atrás dos jogadores. ( = Os repórteres foram atrás dos jogadores.)&lt;br /&gt;9 - Parte pelo todo: Várias pernas passavam apressadamente. ( = Várias pessoas passavam apressadamente.)&lt;br /&gt;10 - Gênero pela espécie: Os mortais pensam e sofrem nesse mundo. ( = Os homens pensam e sofrem nesse mundo.)&lt;br /&gt;11 - Singular pelo plural: A mulher foi chamada para ir às ruas na luta por seus direitos. ( = As mulheres foram chamadas, não apenas uma mulher.)&lt;br /&gt;12 - Marca pelo produto: Minha filha adora danone. ( = Minha filha adora o iogurte que é da marca danone.)&lt;br /&gt;13 - Espécie pelo indivíduo: O homem foi à Lua. ( = Alguns astronautas foram à Lua.)&lt;br /&gt;14 - Símbolo pela coisa simbolizada: A balança penderá para teu lado. ( = A justiça ficará do teu lado.)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-8443745408239176491?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/8443745408239176491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/09/figuras-de-linguagem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/8443745408239176491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/8443745408239176491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/09/figuras-de-linguagem.html' title='Figuras de Linguagem'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/SrwZc8wX_QI/AAAAAAAAAFE/gPsZ-54lSx0/s72-c/figuradelinguagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-7888364439645055252</id><published>2009-08-25T04:28:00.000-07:00</published><updated>2009-08-25T04:30:13.880-07:00</updated><title type='text'>Dissertação: temas polêmicos</title><content type='html'>Leiam, a seguir, ulguns textos dissertativos sobre temas polêmicos. Após a leitura, discuta com o professor um tema que gera controvérsias. Então, escreva sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pena de morte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O aumento assustador da violência tem trazido novamente à tona a discussão sobre a possibilidade da adoção da pena de morte em nosso país. Os defensores dessa idéia argumentam que ela intimidaria os criminosos perigosos, impedindo-os de cometer atrocidades, além de aliviar  a superlotação dos presídios. Outros, porém, não admitem a idéia de um ser humano tirar a vida de um semelhante, ainda mais sob a égide da lei. Há ainda a ineficácia do nosso sistema judiciário, o que pode levar a decisões injustas, conduzindo inocentes à pena capital.&lt;br /&gt;        Vê-se, portanto, que o tema não é de fácil resolução. Somente a sociedade organizada e consciente do papel social do Estado poderá decidir sobre a melhor forma de se resolver problemas tão graves como o da violência em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Assistencialismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        As medidas assistencialistas, como a doação de cestas básicas, lotes e outros, sempre remete a opiniões divergentes quanto ao papel no Estado nessas questões. Por um lado, os defensores dessas medidas defendem a necessidade de socorrer as famílias mais necessitadas, evitando a institucionalização da miséria e suas graves conseqüências econômicas e sociais, como a desnutrição, a precoce mortalidade e o abandono social. Uma criança não pode passar fome e uma família não deve embaixo de pontes. Por outro lado, há quem argumente que programas dessa ordem geram a acomodação por parte de pessoas que tudo esperam do Governo e nada fazem para melhorar suas vidas. Pra que trabalhar se o Governo dá o pão, o leite, o lote? A função do Estado é garantir emprego aos cidadãos e fazer com que, através do trabalho – que traz renda e dignifica o homem – possam manter suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eutanásia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O caso da italiana Eluana Englaro, morta em 9 de fevereiro de 2009, aos 38 anos, 17 dos quais passados em estado vegetativo, reacendeu em todo o mundo o debate sobre a eutanásia. A prática de provocar a morte de um paciente em estado grave cuja reabilitação é descartada pelos médicos é polêmica, mesmo quando é o próprio paciente quem a solicita.&lt;br /&gt;        No Brasil, como em quase todos os países, a prática é tida como crime. O princípio de que ninguém pode violar o direito à vida é o principal argumento de quem depõe contra a eutanásia. E é na igreja que encontramos as mais fortes vozes. Sendo a vida um dom divino, ninguém poderia decidir sobre ela, pois estaria contrariando a vontade de Deus.&lt;br /&gt;        Por outro lado, há os que defendem que, em casos em que a medicina diagnosticou como irreversível o estado vegetativo, seja possível interrromper a vida de um paciente. As principais alegações são que não há sentido em prolongar o sofrimento do paciente e de seus parentes. Além disso, o leito de um hospital, utilizado por um paciente desenganado, poderia estar sendo ocupado para atender a alguém que tem reais chances de sobrevivência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-7888364439645055252?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/7888364439645055252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/08/dissertacao-temas-polemicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/7888364439645055252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/7888364439645055252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/08/dissertacao-temas-polemicos.html' title='Dissertação: temas polêmicos'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-3396963560488473138</id><published>2009-07-09T03:57:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T03:59:37.761-07:00</updated><title type='text'>Prosa Romântica</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Leitores do século XIX&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José de Alencar foi um dos mais importantes escritores brasileiros do século XIX. No texto apresentado a seguir, ele narra um episódio de sua infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Uma noite em família)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Não havendo visitas de cerimônia, sentava-se minha boa mãe e sua irmã Dona Florinda com os amigos que apareciam, ao redor de uma mesa redonda de jacarandá, no centro da qual havia um candeeiro.&lt;br /&gt;         Minha mãe e minha tia se ocupavam com os trabalhos de costura, e as amigas para não ficarem ociosas as ajudavam. Dados os primeiros momentos à conversação, passava-se à leitura e era eu chamado ao lugar de honra.&lt;br /&gt;         Muita vezes, confesso, essa honra me arrancava bem a contragosto de um sono começado ou de um folguedo querido; já naquela idade a reputação é um fardo e bem pesado.&lt;br /&gt;         Lia-se até a hora do chá, e tópicos havia tão interessantes que eu era obrigado à repetição. Compensavam esse excesso as pausas para dar lugar às expansões do auditório, o qual desfazia-se em recriminações contra algum mau personagem ou acompanhava de seus votos e simpatias o herói perseguido.&lt;br /&gt;         Uma noite, daquelas em que eu estava mais possuído do livro, lia com expressão uma das páginas mais comoventes da nossa biblioteca. As senhoras, de cabeça baixa, levavam o lenço ao rosto, e poucos momentos depois não puderam conter os soluções que rompiam-lhes o seio.&lt;br /&gt;         Com a voz afogada pela comoção e a vista empanada pelas lágrimas, eu também, cerrando ao peito o livro aberto, disparei em pranto, e respondia com palavras de consolo às lamentações de minha mãe e suas amigas.&lt;br /&gt;         Nesse instante assomava à porta um parente nosso, o Reverendo P. Carlos Peixoto de Alencar, já assustado com o choro que ouvira ao entrar. Vendo-nos a todos naquele estado de aflição, ainda mais perturbou-se:&lt;br /&gt;         - Que aconteceu? Alguma desgraça? perguntou arrebatamente.&lt;br /&gt;         As senhoras, escondendo o rosto no lenço para ocultar do P. Carlos o pranto, e evitar os seus remoques, não proferiram palavra. Tomei eu a mim responder:&lt;br /&gt;         - Foi o pai de Amanda que morreu! disse mostrando-lhe o livro aberto:&lt;br /&gt;         Compreendeu o P. Carlos e soltou uma gargalhada, como ele as sabia dar, verdadeira gargalhada homérica, que mais parecia uma salva de sinos a repicarem do que um riso humano.&lt;br /&gt;“Como e por que sou romancista”, in Ficcção completa e outros escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você deve ter percebido, o texto acima nos mostra que o romance romântico era um importante meio de diversão e cultura na época da infância de José de Alencar. Ele, depois, veio a se tornar o mais importante autor romântico do Brasil. Vamos acompanhar, a seguir, como surgiu essa moda no século XIX, e como ele se desenvolveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Surge o público leitor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O romance, que até antes do Romantismo não fazia parte da cultura brasileira, só começou a se desenvolver após a vinda da Corte para a cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Com a urbanização da cidade, surgiu uma sociedade consumidora, formada por estudantes, profissionais liberais etc., que necessitava de alguma espécie de entretenimento. A princípio a importação e a tradução de romances europeus satisfaziam esse público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os folhetins&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros romances foram publicados em folhetins, seções publicadas nos jornais, que traziam capítulos de histórias de ficção com um desenrolar muito lento. Isso se dava porque, ao final de cada capítulo, o leitor ficava ansioso para saber a continuação da história.&lt;br /&gt;Ao escrever um folhetim, o artista submetia-se às exigências do público leitor e dos diretores de jornais. O francês Eugène Sue chegou a ressuscitar um personagem porque os leitores não haviam se conformado com sua morte. Ou seja, o que determinava o desenvolvimento e o desfecho de uma narrativa era o gosto popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Literatura importada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos folhetins eram traduções de romances de origem inglesa, como as histórias medievais de Walter Scott, ou francesa, como as aventuras dos Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas. Emocionados, os brasileiros acompanhavam as distantes aventuras de um Ivanhoé ou de um D’Artagnan, transportando-se, em espírito, para os campos e reinos da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A cor local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o processo de independência do país gerou, nesse leitor, uma espécie de espírito nacionalista, que exigia uma tonalidade tipicamente nacional para os enredos dos romances. Para atender essa necessidade os romances passaram a descrever os costumes da vida urbana e rural e contou histórias de heróis indígenas.&lt;br /&gt;O público interessava-se, portanto, cada vez mais por um romance de aventuras românticas que apresentasse o cenário brasileiro. O grande sucesso de público de O Guarani (1857), de José de Alencar, em que as aventuras de Peri e sua amada Cecília se desenrolam em meio à exuberante natureza fluminense, estimula os escritores a se voltarem para a apresentação da ambientação tipicamente nacional em suas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diversão e Arte&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O romance, nesse período, foi o gênero literário mais consumido pelo público. Eles tornaram-se verdadeiros sinônimos de diversão, pois permitiam ao leitor identificar-se com os personagens e viver uma realidade que a vida lhe negava. Dessa forma, o leitor tinha uma espécie de "compensação" das insatisfações e frustrações que a vida lhe causava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A fórmula do sucesso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula para tanto sucesso talvez esteja na estrutura dos romances. A maioria das histórias girava em torno do amor, uma vez que o amor é considerado pela maioria das pessoas o maior sentido para a existência humana. Os personagens viviam em um mundo maniqueísta, ou seja, o bem só existe se estiver em confronto com o mal. Por isso, os personagens que amam são sempre belos, generosos e corajosos. Já os que não tem a capacidade de amar são feios e mesquinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Novelas nasceram dos folhetins&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novelas de televisão de hoje possuem o mesmo esquema dos romances publicados em folhetim. Muitos truques narrativos usados naquela época para “segurar” o público leitor são utilizados hoje pelos autores de novelas de tv, como o suspense, o amor entre ricos e pobres, personagens misteriosos que complicam o enredo, traições, arrependimentos, acordos secretos e confissões proibidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O herói romântico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os protagonistas dos romances geralmente amam e sofrem muito para poder superar todas as dificuldades que lhe são impostas para concretizar esse amor. Por isso, o herói do romance é sempre dotado de qualidades fantásticas. Nessa época havia uma super valorização da família que é percebida na clara defesa do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personagens planas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As personagens dos romances românticos geralmente são planas, ou seja, possuem qualidades únicas que não se alteram com o enredo. O caráter e os valores morais dividem as personagens em mocinhos e bandidos, numa atitude maniqueísta. Os bons serão sempre bons e os maus, sempre maus. Costuma-se dizer ironicamente que tais personagens têm a profundidade de um pires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os valores da família&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato sexual só poderia acontecer depois que o casamento estivesse sacramentado e até mesmo os heróis mais rebeldes tinham o objetivo de se casar e constituir família. Por isso, o romance termina sempre quando os personagens centrais se casam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O primeiro romance brasileiro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O primeiro romance nacional foi "O Filho do Pescador", escrito por Teixeira e Souza em 1843. No entanto, a obra, não agradou ao público nem à crítica. Para a maioria dos críticos, não serve para definir as linhas que o romance nacional seguiria. Por isso, e pela aceitação que teve junto ao público leitor, cabe à obra "A Moreninha", do médico Joaquim Manuel de Macedo, lançada em 1844, a honra de ser o primeiro romance romântico oficial da literatura nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação dos romances&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a temática que abordam e os costumes que retratam, os romances românticos da literatura brasileira são agrupados em romances urbanos, indianistas, regionalistas e históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance urbano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O romance urbano desenvolve temas ligados à vida social, principalmente da cidade do Rio de Janeiro. Retrata a burguesia da cidade e seus costumes, com histórias recheadas de amores platônicos e puros. São exemplos de obras deste tipo A Moreninha e O moço Loiro, de Joaquim Manuel de Macedo, Senhora e Lucíola, de José de Alencar, e Memórias de um sargento de milícias, de Antônio Manuel de Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance indianista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O romance indianista encontra na figura do índio brasileiro o herói romântico. Substituindo o cavaleiro medieval dos romances europeus, o índio é estilizado e, apesar de aparecer eu seu ambiente natural, com seus costumes, ele é filtrado pela ótica do escritor romântico.&lt;br /&gt;José de Alencar é o autor que melhor tratamento deu a esse personagem nas obras Ubirajara, Iracema e O Guarani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance regionalista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O romance regionalista mergulha no interior do país para buscar na figura do sertanejo o personagem principal. Na insistência nacionalista de buscar as raízes de nossa cultura, a figura do sertanejo, com suas crenças e tradições, fez-se tão exótica quanto à do índio. Obras desse gênero são O sertanejo, O gaúcho e O tronco do ipê, de José de Alencar, Inocência, de Visconde de Taunay, A escrava Isaura e O seminarista, de Bernardo Guimarães, e O cabeleira, de Franklin Távora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance histórico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O romance histórico, através do qual os romancistas brasileiros buscaram em nossa história temas que alimentassem os anseios românticos, veio a acentuar ainda mais o nacionalismo exaltado que respirava a pátria desde a independência. Obras como As minas de prata e A Guerra dos Mascates, de José de Alencar, Lendas e romances e Histórias e tradições de Minas Gerais, de Bernardo Guimarães são exemplos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-3396963560488473138?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/3396963560488473138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/07/prosa-romantica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3396963560488473138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3396963560488473138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/07/prosa-romantica.html' title='Prosa Romântica'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-6927544653140721937</id><published>2009-06-24T19:18:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T19:25:01.801-07:00</updated><title type='text'>Amar verbo intransitivo</title><content type='html'>Colegas,&lt;br /&gt;Vocês que estão lendo o livro Amar verbo intransitivo não deixem de confrerir este divertido clip sobre Mário de Andrade e sua polêmica obra.&lt;br /&gt;Veja mais coisas neste link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livroclip.com.br"&gt;http://www.livroclip.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="359" height="310"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.livroclip.com.br/livroclips/108_anima.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.livroclip.com.br/livroclips/108_anima.swf" type="application/x-shockwave-flash"  width="359" height="310"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-6927544653140721937?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/6927544653140721937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/06/amar-verbo-intransitivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/6927544653140721937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/6927544653140721937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/06/amar-verbo-intransitivo.html' title='Amar verbo intransitivo'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-2154399330085690672</id><published>2009-03-25T11:18:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T11:45:12.805-07:00</updated><title type='text'>Guerra de Canudos</title><content type='html'>Os Sertões, de Euclides da Cunha, é uma obra que transita entre a literatura e a sociologia. Ao fazer um relato documental da Guerra de Canudos, Euclides também analisa aspectos geofísicos do sertão baiano e desenvolve teorias sobre o sertanejo, fortemente influenciadas pelo Determinismo e Positivismo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja alguns registros fotográfico daquele episódio:&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp6en8pf6I/AAAAAAAAAB4/zzF4Ffd9Ouc/s1600-h/IncÃªndio+em+Canudos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317196976602316706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 242px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp6en8pf6I/AAAAAAAAAB4/zzF4Ffd9Ouc/s320/Inc%C3%AAndio+em+Canudos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;A cidade foi incendiada. Conta-se que mulheres carregando seus filhos lançavam-se nas casas em chamas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp6Gi2KCfI/AAAAAAAAABw/7yKrhNgNItw/s1600-h/BatalhÃ£o+PatriÃ³tico+Moreira+Cesar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317196562916051442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp6Gi2KCfI/AAAAAAAAABw/7yKrhNgNItw/s320/Batalh%C3%A3o+Patri%C3%B3tico+Moreira+Cesar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Batalhão Patriótico Moreira César (conhecido por "corta-cabeças")&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp57f54BVI/AAAAAAAAABo/l7KHL0lEYls/s1600-h/ruinaigrejanova.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317196373147780434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp57f54BVI/AAAAAAAAABo/l7KHL0lEYls/s320/ruinaigrejanova.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Ruína da Igraja Nova.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp5njFNWMI/AAAAAAAAABg/rYlrNy-Sxzk/s1600-h/Vista+Geral+de+Canudos2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317196030403238082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 228px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp5njFNWMI/AAAAAAAAABg/rYlrNy-Sxzk/s320/Vista+Geral+de+Canudos2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Vista geral de Canudos. A cidade foi completamente destruída após ser dominada.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp5Oa6JM3I/AAAAAAAAABY/NDHDvX9ryu8/s1600-h/conselheiromorto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317195598712615794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp5Oa6JM3I/AAAAAAAAABY/NDHDvX9ryu8/s320/conselheiromorto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Antônio Conselheiro morto, antes de arrancarem sua cabeça.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp44GjJi0I/AAAAAAAAABQ/Y0UfVY7v7Bc/s1600-h/CadÃ¡veres+nas+ruÃ&amp;shy;nas+de+Canudos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317195215290338114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp44GjJi0I/AAAAAAAAABQ/Y0UfVY7v7Bc/s320/Cad%C3%A1veres+nas+ru%C3%ADnas+de+Canudos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; Cadáveres na ruínas de Belomonte.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp4ueeF2HI/AAAAAAAAABI/tL5-GElSxbw/s1600-h/DivisÃ£o+Canet+em+Monte+Santo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317195049912883314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp4ueeF2HI/AAAAAAAAABI/tL5-GElSxbw/s320/Divis%C3%A3o+Canet+em+Monte+Santo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; Divisão Canet, em Monte Santo (base das operações)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317197847043394706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 204px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp7RSl-TJI/AAAAAAAAACA/qCGeRZ721O4/s320/1%C2%B0+Batalh%C3%A3o+da+Policia+Militar+do+Amazonas.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;1º Batalhão da Polícia Militar do Amazonas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317194267771823362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp4A8xIZQI/AAAAAAAAABA/rTDTZhzYLMs/s320/38%C2%B0+Batalh%C3%A3o+de+Infantaria+no+acampamento.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;38º Batalhão de Infantaria, no acampamento&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-2154399330085690672?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/2154399330085690672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/guerra-de-canudos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/2154399330085690672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/2154399330085690672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/guerra-de-canudos.html' title='Guerra de Canudos'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Scp6en8pf6I/AAAAAAAAAB4/zzF4Ffd9Ouc/s72-c/Inc%C3%AAndio+em+Canudos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-893477191106517824</id><published>2009-03-04T10:51:00.000-08:00</published><updated>2009-03-05T18:18:38.270-08:00</updated><title type='text'>Conteúdo do 3º ano - 1º bimestre</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Literatura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Visão geral da história da literatura em língua portuguesa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pré-Modernismo: contexto histórico, características, autores e obras.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Euclides da Cunha e "Os Sertões".&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Monteiro Lobato e os contos "Negrinha" e "Bugio Moqueado".&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lima Barreto e os romances "Clara dos Anjos" - leitura obrigatória - e Triste Fim de Policarpo Quaresma.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Augusto dos Anjos - recital poético.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vanguardas Européias.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Gramática&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Revisão de acentuação gráfica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Novo acordo ortográfico da língua portuguesa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Homônimos e parônimos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Formação das palavras; radicais gregos e latinos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Redação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O páragrafo dissertativo - tópico frasal e idéias secundárias.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tipos de parágrafos dissertativos - causa e efeito, tema polêmico, retrospectiva histórica, crítica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artigo jornalístico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Leitura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2060"&gt;Clara dos Anjos&lt;/a&gt;, de Lima Barreto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Contos de Monteiro Lobato&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1772"&gt;Eu e outros poesias&lt;/a&gt;, de Augusto dos Anjos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Avaliações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Prova bimestral com os conteúdos de literatura e gramática. &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;(3,0 pontos)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Elaboração de apresentação de slides no laboinfo e seminário em sala de aula sobre Vanguardas Européias. &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;(3,0 pontos)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Avaliação da leitura de Clara dos Anjos, de Lima Barreto (prova eletrônica no laboinfo). &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;(2,0 pontos)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recital poético com sonetos de Augusto dos Anjos. &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;(2,0 pontos)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-893477191106517824?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/893477191106517824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/conteudo-do-3-ano-1-bimestre.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/893477191106517824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/893477191106517824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/conteudo-do-3-ano-1-bimestre.html' title='Conteúdo do 3º ano - 1º bimestre'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7526185648221091212.post-3959049886628299807</id><published>2009-03-04T05:23:00.000-08:00</published><updated>2009-03-05T10:43:50.817-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conteúdos 2º ano'/><title type='text'>Conteúdo do 2º ano - 1º bimestre</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Literatura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Visão geral da história da literatura em língua portuguesa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Romantismo: contexto histórico, origens, características.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Primeira Geração Romântica; Gonçalves Dias; leitura de&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2022"&gt; I-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Juca&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Pirama&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Segunda Geração Romântica: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire, Fagundes Varela&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;Gramática&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Revisão de acentuação gráfica&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Novo acordo ortográfico da língua portuguesa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Revisão de sintaxe do período simples&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sintaxe do período composto: orações coordenadas, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;subordinadas&lt;/span&gt; substantivas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;adjetivas&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Redação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Carta&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O texto narrativo: elementos da narrativa, tipos de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;discurso&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2023"&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;moreninha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, de Joaquim Manuel de Macedo&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16585"&gt;O seminarista&lt;/a&gt;, de Bernardo Guimarães&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Prova bimestral, com o conteúdo de literatura e gramática (3,0 pontos)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recital poético, com obras dos poetas da primeira e segunda gerações &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;românticas&lt;/span&gt; (1,0 pontos)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Avaliação&lt;/span&gt; da leitura dos romances no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;laboinfo&lt;/span&gt; (prova &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;eletrônica&lt;/span&gt;) (2,0 pontos cada livro)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Apresentação de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;slides&lt;/span&gt; sobre Índios do Brasil (1,0 pontos)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exercícios de fixação sobre sintaxe (1,0 ponto)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7526185648221091212-3959049886628299807?l=portugues1cedlan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/feeds/3959049886628299807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/conteudo-do-2-ano-1-bimestre.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3959049886628299807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7526185648221091212/posts/default/3959049886628299807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portugues1cedlan.blogspot.com/2009/03/conteudo-do-2-ano-1-bimestre.html' title='Conteúdo do 2º ano - 1º bimestre'/><author><name>Ademir Martinello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14017278223294843722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JhL5Gvx7oVw/Sa8O9n25lyI/AAAAAAAAAAY/BovgFEYLGDY/S220/ademir2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
